João Cabeleira

He found his own Courtney Love.
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Domingo.
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I don’t believe in miracles!
Maaaaaaaas…
Tenham uma semana positiva!
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Parabéns!

Tenho saudades tuas…
Hoje a minha avó faria 85 anos.
PS: Como já devem ter reparado, não tenho tido muito tempo para andar por aqui. Vou tentar vir mais vezes. Tenham um bom fim-de-semana!
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Teste de História

Hoje fiz teste de História e, depois de cerca de duas horas, oito páginas e imensas dores na mão direita, conclui que me correu bem!
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Ascensor da Nazaré
Quando vos falei do passeio pela Nazaré, não me adiantei muito sobre o ascensor, pois já tinha este post planeado. O Ascensor da Nazaré faz, este ano, 120 anos. Achei giro, informei-me e deram-me um panfleto, que vou citar aqui.
Inaugurado em 1889, o Ascensor da Nazaré comemora, no dia 28 de Julho, 120 anos de existência. Esta relíquia patrimonial é, sem dúvida, motivo de orgulho para todos os nazarenos, detentores de um monumento digno de referência para a comunidade e para o país.
Um ascensor mecânico representava, na altura, uma inovação futurista para a pequena vila piscatória que começava a dar os seus passos no grande comércio turístico.
Inicialmente movido a vapor, com o auxílio de uma máquina instalada no Sítio da Nazaré, o elevador, que assentada em rocha viva nas penedias do alto do promontório, passava por um túnel de 50 metros, em rampa, a partir da gare superior, percorrendo uma extensão total de 318 metros em direcção à praia. Na inauguração, a máquina foi benzida e designada por “Nossa Senhora da Nazaré”.
O Ascensor foi responsável por uma comunicação mais rápida e cómoda entre a praia e o Sítio da Nazaré. Antes da sua entrada em funcionamento, os habitantes encontravam-se separados da Real Casa de Nazaré, erguida a 110 metros de altitude e a uma diferença de nível apreciável. O caminho fazia-se por uma ladeira de areia solta, com 400 metros de extensão, que os pescadores subiam em eia hora, mas desciam em poucos minutos, enterrando os pés na areia para se manterem em equilíbrio. Já os carros de tracção animal seguiam pela estrada, num percurso de cerca de 3km.
O maquinismo do ascensor, importado da Alemanha, da fábrica Esslingen-Machinen, era idêntico ao que se tinha instalado na calçada do Lavra, em Lisboa.
(…) Símbolo da Nazaré, o ascensor foi desde a sua abertura um sucesso, uma atracção única para os visitantes da Nazaré que, maravilhados com a curta viagem, não a esquecem.
A 1 de Abril de 1968 é inaugurado um outro ascensor de melhores características. Era composto por um sistema de tracção, com transmissão e accionamento eléctrico, e provido de sistema de travagem de três tipos: automáticao, de pressão electro-hidráulica e manual.
A linha dos elevadores encontrava-se, agora, assente em leito próprio, deslizando numa extensão de 318 metros, com uma inclinação de 42%. O cabo funcionava a descoberto, sobre roldanas, podendo, deste modo, ser facilmente vistoriado e limpo. Características que ainda hoje se mantém.
Em 2002, o Ascensor da Nazaré beneficiou de um complexo processo de modernização, que incluiu a substituição das velhas carruagens por um equipamento mais moderno e confortável, a recuperação da linha e chassis da estrutura e a beneficiação aquitectónica e funcional das gares.
O ascensor da Nazaré é considerado um ex-líbris nacional. É, também, motivo de orgulho para toda a população nazarena, pois faz parte integrante da sua História, sendo, por isso, um elemento fulcral da memória colectiva.
É um ponto de visita obrigatório para os visitantes, nacionais ou estrangeiros, em turismo de lazer ou cultural pela Nazaré. Não é, pois, de admirar que o ascensor transporte mais de um milhão de visitantes, por ano.
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As minhas viagens
Tenham um óptimo fim-de-semana. O meu vai ser passado a estudar História!
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Audium Magazine
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Domingo, 04-10-2009
De manhã, fomos para a Nazaré, onde fui agradavelmente surpreendida. Não estava à espera de um lugar com um ambiente tão acolhedor, uma maresia tão agradável e pessoas realmente simpáticas.
Depois de uma volta na avenida principal, subimos no ascensor e fomos confrontadas com uma vista simplesmente magnífica. Almoçámos num sítio chamado Mar à Vista e fomos tão mal atendidas e esperámos tanto tempo que, quando saímos do restaurante, Nazaré estava totalmente coberta por um nevoeiro horrível.
Ainda passámos por Alfeizerão, para comprar o famoso Pão de Ló.
É conhecido que a doçaria tradicional portuguesa tem geralmente origem nos conventos. Há no entanto razões para pensar que o Pão de Ló, decerto aperfeiçoado pelas ordens religiosas, seja originário de Castela. Com efeito, recentes investigações realizadas no Japão, para onde foi levado talvez por missionários jesuítas, revelam que ali lhe chamavam bolo de Castela, Kasutera e Kastera (…)
No contexto da extinção das Ordens Religiosas em Portugal (séc.XIX), freiras do Convento Cisterciense de Cós (Alcobaça) transmitiram a receita e as técnicas de fabrico a uma família de Alfeizerão que as terá acolhido. Foi assim que há mais de 100 anos Amália Grilo (nascida em 1858) começou a fabricá-lo, por encomenda, para mesas afidalgadas da vila e da Região.
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Sábado, 03-10-2009
A mãe fez anos. Tomámos o pequeno-almoço no hotel e, depois de uns patos caricatos (que decidiram tomar banho na piscina do hotel) e uma aventura algo cómica, partimos em direcção a Óbidos.
Fomos conhecer o Hotel Real de Óbidos, que nos acolheu num ambiente muito medieval e demos um longo passeio pela vila, com um calor sufocante.
Bebemos e comprámos a famosa ginjinha e passámos um dia muito agradável. Adorei conhecer Óbidos e tenho a certeza que irei lá voltar.
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Sexta, 02-10-2009
Eu e a mãe decidimos aproveitar o fim-de-semana prolongado para dar um passeio.
A primeira paragem foi Peniche. Depois de deixarmos as coisas num simpático hotel de nome Atlântico Golfe Hotel, com uma vista fantástica, fomos até à conhecida praia Supertubos onde já começavam os preparativos para a Rip Curl Pro Search, uma das mais esperadas provas do ASP World Tour. Peniche, a capital da onda, tem a honra de ser o primeiro sítio não só em Portugal mas em todo o Hemisfério Norte, a receber esta prova de surf, que se realizará entre os dias 19 e 30 deste mês.
A vinda da prova para Peniche representa a inclusão do concelho num mundo em que dinheiro conta-se
aos milhões: em Portugal, a venda de produtos ligados ao surf nas principais marcas, como Quicksilver, Rip Curl e Billabong movimenta algo entre 30 e 40 milhões de euros todos os anos. Só em prémios, este ano o ASP World Tour (ex-WCT) vai distribuir cerca de 3,5 milhões de dólares.
O concelho de Peniche tem quatro das suas praias galardoadas com a identificação “Qualidade de Ouro”. A classificação foi criada pela organização Quercus – a mais importante do país – para definir praias que tenham boa qualidade de água, atestada pelo conjunto de análises realizadas ao longo dos últimos 5 anos. As praias distinguidas pela Quercus foram as do Baleal Norte, Consolação, Cova de Alfarroba e Gamboa.
Depois de um passeio pela costa de Peniche, chegámos ao Cabo Carvoeiro, onde me deliciei. A água é o meu elemento e o mar a minha perdição.
Numa visita ao centro de Peniche, descobrimos umas senhoras muito dedicadas, a fazer renda de Bilros.
Não é fácil localizar, com exactidão, a data do aparecimento da renda de Bilros em Peniche, ainda que seja indiscutível que já no século XVII os bilros saracoteiam nas almofadas cilíndricas das mulheres penichenses a dar vida às formas mais ou menos ingénuas dos desenhos traçados sobre os piques cor de açafrão. Num testemunho datado de 1625, se regista a doação de uma renda e, poucos anos depois, já a pintora Josefa de Óbidos as inclui em vários dos seus quadros (…)
A rea de Bilros é hoje praticamente um ex-libris do concelho. Desta forma, é-lhe reservado um espaço especial (…) cujo objectivo é dar a conhecer esse tipo de artesanato de Peniche e promover o aprofundamento das relações entre as várias comunidades com tradições ligadas às rendas de Bilros.
Ao lanche, comemos numa pastelaria de doces regionais, onde a mãe provou os famosos “amigos de Peniche”. Aqui fica a história do nome deste doce.
D.Henrique morreu sem deixar descendência, tendo surgindo naturalmente, como pretendentes ao trono de Portugal, três netos de D.Manuel: Filipe II, rei de Espanha, D.Catarina de Bragança e D.António, Prior do Crato.
Um exército espanhol, comandado pelo duque de Alba, invadiu o Alentejo, tendo Filipe, o mais forte, sido proclamado rei de Portugal.
Não o reconheceu, todavia, D.António que, mercê de mil e uma habilidades diplomáticas, conseguiu que Isabel Tudor, rainha de Inglaterra, pusesse à sua disposição uma armada de cerca de 20000 homens e “cento e sessenta navios grandes e pequenos” para, com ela, reivindicar os seus direitos.
A 26 de Maio de 1589, os penichenses viram desembarcar na sua praia do sul parte dos soldados desse exército, comandados pelo general John Norris.
Depois de uma leva escaramuça com a guarnição da Fortaleza – a que não faltaria, sem dúvida, a indiferença dos poucos portugueses às ordens do oficial castelhano D.Pedro de Gusmão e que suporiam, talvez, que com a chegada dos bretões seria possível a expulsão do invasor filipino -, a praça foi tomada e o exército inglês caminhou sobre a capital, ao mesmo que sob o comando do almirante Francis Drake, a esquadra que desembarcara em Peniche rumava a caminho de Cascais.
Entretanto, entre o receio de uns e alegria de outros, chegava a Lisboa a notícia do desembarcar de D.António, passando, entre os seus partidários, a segredar-se, num anseio de esperança: “Vêm aí os nossos amigos… Vêm aí os nossos amigos que desembarcaram em Peniche…”
Mas o exército invasor e sem que o Prior do Crato tivesse força suficiente para o evitar, avançava na maior das indisciplinas, devastando e roubando as terras por onde passavam – Atouguia, Lourinhã, Torres Vedras, Loures… – até que, tendo chegado às portas da cidade, acampou nos altos do Monte Olivete onde, pouco depois, os canhões do castelo de São Jorge, por ordem de D.Gabriel Niño, começaram a despejar metralha.
Grande foi a surpresa de John Norris em face deste bombardeamento, pois D.António para conseguir o indispensável auxílio do exército inglês, teria provavelmente garantido não haver necessidade de combater, visto que seria festivamente recebido em Portugal.
E o acampamento foi mudado para a Boa Vista e Bairro Alto, de onde, após um breve encontro com os castelhanos, retirou de novo, desta vez para a Esperança.
Dentro das muralhas e durante todas estas manobras, a ansiedade patriótica dos “antonistas” continuava segredando: “Será hoje que chegam os nossos amigos? Virão hoje os nossos amigos de Peniche?…”
D.António bem deve ter insistido e procurado dar novas garantias, mas aquele exército composto de mercenários não poderia sentir o patriotismo e a dor do infeliz e desorientado pretendente; e assim, dias depois e em face do desespero do Prior do Crato, refugiava-se em Cascais, na mesma esquadra que o trouxera de Inglaterra e desembarcara em Peniche.
- “Porque não entram os nossos amigos?… Porque nos abandonam os nossos amigos de Peniche?…”
E perderam-se, desta forma, todas as esperanças dos partidários de D.António, pois o auxílio que a este fora oferecido teria, por certo, menos o interesse de participar generosamente na reconquista de Portugal que humilhar o orgulho e poderio de Espanha através de um golpe de surpresa, aliás coadjuvado pela suposta fácil sublevação do povo português, cansado de extorsões e ignomínias.
Por muito tempo ficou aberta no coração dos “antonistas”, como ferida dolorosa, a desilusão dos amigos desembarcados em Peniche, daqueles amigos que esperavam receber como libertadores e que afinal os tinham abandonado.
Mas os homens desembarcados em Peniche e que traíram a esperança dos bons portugueses de então, não eram de Peniche e partiram como vieram, não ficaram em Portugal.
A expressão “amigos de Peniche” derivará deste episódio histórico (…)
Adaptado de Peniche na História e na Lenda, de Mariano Calado
Jantámos na Avenida do Mar, no restaurante Kate Kero I, onde comemos um delicioso arroz de tamboril.
Todas as citações, exceptuando a história dos “amigos de Peniche”, foram feitas ao Correio Peniche.
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Experiências #005
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Experiências #004
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Parabéns!
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A fotografia de Sharbat
Já tive Psicologia o ano passado e adorei! No entanto, o livro mudou e foi com imenso prazer que folheei o novo livro. Qual não é a minha surpresa quando encontro uma das fotografias mais famosas a nível mundial.
A FOTOGRAFIA DE SHARBAT
Em 1985 uma rapariga, Sharbat, é fotografada por Steve McCurry da National Geographic num campo de refugiados afegãos. A sua imagem foi capa da revista em Junho de 1985. O seu olhar impressionou o mundo e, desde então, o fotógrafo não desistiu de localizar a rapariga afegã. Encontrou-a, na sua aldeia de origem, no sopé de umas montanhas, no interior do Afeganistão, casado e com três filhas. A intuição do fotógrafo e o reconhecimento através da íris asseguraram a identidade de Shatbat. Usa a burka e vive uma vida muito difícil para cuidar da família. O seu maior desejo é que as suas três filhas tenham acesso à educação porque ela teve de abandonar a escola por causa da guerra. A primeira fotografia levou a que muitas pessoas se tenham oferecido como voluntárias para trabalhar nos campos de refugiados. Depois do reencontro, a National Geographic e outras organizações sem fins lucrativos criaram o programa Afghan Girls Fund para procurar dar oportunidades educativas às raparigas e mulheres afegãs.
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VOTA ATM!
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Sem eira nem beira
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a que os tem
Aos outros um passou-bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar, despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir encontrar
Mais força para lutar…
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar, a enganar
O povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força
Para lutar, mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força
Para lutar, mais força para lutar…
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
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Concertos
Depois de ter conhecimento que os Depeche Mode vinham cá, decidi tomar uma decisão adulta e abdicar do concerto dos Metallica e dos Slipknot (no mesmo dia) no Alive para ir ver os tão esperados Depeche Mode ao Super Bock Super Rock do Porto. Já todos sabem que o concerto foi cancelado e eu fiquei pior que fula.
Mas é bom saber que vou ser assim como que compensada. Há uma série de bons concertos a ver, desde Skunk Anansie, Depeche Mode, Massive Attack, Muse, Marilyn Manson a Franz Ferdinand…
Enfim, agora é esperar que não haja outra desilusão semelhante.
-> A paciência do pai e o meu entusiasmo.
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